domingo, 25 de outubro de 2009

Fase 4 - Reorientação

E finalmente a fase de reorientação
Neste momento as pessoas se envolvem com a proposta, a ponto de inclusive proporem novas idéias, tentarem os primeiros movimentos, e até, passarem a desejar que a mudança se efetive.
“Seria bem legal morar lá, não é? Não podemos tentar conseguir um financiamento no banco? Seria muito bom!”.
O tempo que se leva para percorrer todo o cliclo varia de pessoa para pessoa, e depende da situação. Se uma situação semelhante foi traumática ou positiva, influenciará muito, por exemplo, no tempo e na intensidade das reações.
Numa mudança simples, básica, do dia-a-dia, podemos percorrer as 4 fases em poucos minutos. Muitas vezes sem sequer percebermos. Em grandes mudanças porém, as fases podem levar meses. O importante é lembrarmos que a resistência inicial é normal. 
Sabendo disso, agora temos que pensar em como passar pelas fases da melhor forma possível. E sermos persistentes, e não desistir. 
Afinal, mudar é preciso!

Fase 3 - Adaptação

Depois vem a fase de adaptação.
Quando os benefícios começam a ficar claros, e percebe-se que os esforços não são tão grandes como se imaginava, ou até são, porém são compensatórios, as pessoas começam a não criticar mais.
Além disso, ficam mais curiosos, interessados em entender melhor. É como se dissesse assim: “Está bem, deixa eu dar uma olhada nesses anúncios.”ou “Oh já que é para mudar mesmo, me diga… que bairros você tem em mente?”

Fase 2 - Reação

A segunda fase é a reação.
Nesta fase começamos a nos informar melhor sobre a possibilidade de mudança, e vemos o quanto realmente teremos de trabalho. E aí, nós, seres humanos, tendemos a reagir.
Alguns começam a criticar todos os fatores que aparecem: “Já imaginou aquela montanha de caixas?”, “E quem vai desmontar a estante da sala? Eu?”, “Os móveis podem estragar durante o transporte.”, “Esses corretores são todos picaretas!”.
Outros preferem descobrir logo qual seria sua parte no trabalho e ignoram todo o resto. “Oh, já liguei pro corretor. Agora você se vira!”

Fase 1 - Negação

A primeira fase é a de negação.
Ao tomar conhecimento sobre uma possibilidade de mudanças temos uma reação instintiva, quase que automática de rejeição. Isso porque sabemos que uma mudança vai requerer que a gente gaste algum tempo, esforço ou rescursos com alguma nova atividade. Pensamos logo que provavelmente teremos aborrecimentos, teremos que negociar alguma coisa, nos movimentar, etc.
Se você tem que mudar de apartamento, por exempo, a primeira coisa que vai pensar é naquelas milhões de caixas, nas roupas amontoadas, nos telefonemas para fazer orçamento do serviço de transporte de móveis, nas milhões de visitas a novos apartamentos e na possibilidade de errar na escolha e ir para uma vizinhança ruim.
Geralmente, a mundança só é bem vista logo de cara, quando a situação atual (e que se deseja mudar) é péssima, e a tal mudança já era muito desejada.
Nesta fase, geralmente, fingimos que não temos que pensar nisso agora. Simplesmente ignoramos a possibilidade de mudança.

sábado, 24 de outubro de 2009

Vamos mudar???

A causa mais comum do fracasso dos projetos de mudança é a resistência do ser humano. As pessoas gostam da segurança e de manter uma ordem estabelecida. As mudanças são frequentemente vistas como algo que surgiu de repende, de uma vez, inesperadamente, e isso cria um sentimendo de caos e insegurança.

Apelar para a implementação muito rápida, não adianta, pois também cria resistência, especialmente em se tratando de mudanças de atitudes e comportamentais. É preciso que as pessoas entendam que terão tempo para fazer seus ajustes, sua adaptação, diminuindo o impacto da ansiedade e da insegurança.

Os seres humanos são altamente adaptáveis. Porém, se expostos à mudanças e stress constantes, sem tempo para se recuperar, pode-se estar colocando em risco esta flexibilidade.

A resistência é frequentemente maior no início de qualquer processo de mudança, mas reações negativas podem surgir mais tarde, caso as expectativas não sejam alcançadas.

Além disso, as pessoas só começam a agir e a reagir quando percebem que mudança o afetará diretamente de alguma forma. Principalemente se elas mesmas tiverem que mudar.

No próximo artigo detalharei as fases do processo de mudança.

domingo, 4 de outubro de 2009

Mobilidade, Portabilidade... Liberdade!

Falando em FGV... Vamos dicutir um pouco sobre Mobilidade. Atualmente as pessoas e as corporações já despertaram para o fato de que a mobilidade é uma tendência que veio pra ficar. A maioria das pessoas amam o celulae, justamente porque ele permite que você tenha a liberdade de usá-lo em qualquer lugar e em qualquer momento. Muitos ainda têm o fixo, mas puramente por uma questão de custo, ou de status. Infelizmente muitas empresas ainda exigem que você tenha um telefone fixo como referência para a liberação de um crédito financeiro, por exemplo. Mas isso logo será ajustado. Afinal, quem se dá ao luxo de fazer todas as suas ligações do seu celular, independentemente do custo, não pode ser considerado uma pessoa com baixo poder aquisitivo, e por tanto não merecedor de crédito.


Outra novidade que já conquistou a simpatia do público é a internet móvel. Ela é sensacional mesmo. Eu já tive, durante um ano. E é um espetáculo. Ligar o lap top dentro do ônibus, ou do carro, ou na casa de um amigo, plugar o modem portátil e pronto! Conectada! Fantástico. Nunca mais ter que pagar uma fortuna pela conexão do hotel! O problema é que existem por aí os "combos" por preços bem legais. E aí, aceitei voltar à "velha" banda larga fixa, para ter o pacote TV a cabo/Internet/ Telefone, sendo que o telefone é completamente dispensável. Mas logo não resistirei, e voltarei ao amado modem móvel. Aliás, o próprio cabo da TV a cabo já é visto como um "sujeitinho" chato na nossa casa. Eu quero mudar a TV de lugar e não posso! Por que não posso ter os 500 canais com excelente imagem, sem que minha TV esteja grudada naquele cabo? Aguardem... essa TV como a conhecemos também está com os dias contados. Mas nada disso é novidade.

A grande questão agora é: Tudo tem que ser móvel na nossa vida! Tudo! Absolutamente tudo. E as organizações tem que adaptar seus produtos e serviços para isso. E é aí que entra a FGV.

Eu já morei em 3 cidades diferentes, e sinto que não vou parar por aqui. A vida corporativa exige que sejamos móveis.
Você já se mudou de cidade? Já viu o pesadelo que é? Viva a mobilidade e a portabilidade... em TUDO!

Os bancos tem que entender que é terrível ter que transferir a conta de uma agência para outra! Somos obrigados a comparecer na agência (de origem!!!) para transferir a conta. E aí mudam seus cartões, seus cheques, e o pior, as suas senhas. Tudo porque tem escrito lá o número da agência. O engraçado é que nos últimos 2 anos, eu só fui à agência 1 vez. E foi para fazer essa bendita transferência. Faz sentido? Tudo que eu queria era ter um gerente de uma agência local para me atender, e ter cheques "da praça". Mas precisava de todo esse trabalho?


E seus serviços de TV a cabo, internet e telefone? As empresas que me prestavam serviço eram nacionais. Ou seja, funcionam tanto na cidade em que eu morava quanto na de destino. Porém, fui obrigada a encerrar o contrato e fazer um outro. E lá se vão hoooooras no call center. E o aborrecimento é tanto, que correm o risco de ficarmos bravos e optarmos por outra operadora. E "ai de VOCÊ" se ELES não prestarem um serviço de qualidade. Afinal, você é OBRIGADO a ser cliente por no mínimo um ano. Caso contrário, tem que pagar a multa. Ainda bem que a Oi topou revolucionar neste aspecto. Tomara que as outras sigam seus passos.

A FGV neste ponto foi fantástica. Aliás, esse foi um dos pontos que pesou muito na minha escolha pela instituição. Além da excelente qualidade de ensino, a FGV está presente em todos os cantos do país. Fiquei tranquila, pois sabia que depois de iniciado o curso, eu poderia me mudar de cidade a qualquer momento. E aí eu não precisaria cancelar meu projeto de pós-graduação. Bastaria transferir o curso para outra cidade. E foi o que aconteceu. Simples assim. Tá certo que demorou um pouco, pois a turma de Marketing de São José dos Campos havia iniciado o curso em outro momento, e portanto, tive que esperar o timming correto para retomar. Mas foi simples, muito simples.


Viva a mobilidade... de prestadoras de serviço de TV, de celular, bancos, faculdades, seguros... tudo! Viva a liberdade!
Atenção mundo corporativo: It's time for a CHANGE. A mudança é inevitável. 

Finalmente, voltando para o mundo virtual.


Olá! Estou de volta.


MBA concluído! Valeu FGV pelo curso de Marketing. Agora sim, sou uma pós-graduada. Como é bom terminar certas fases da vida, e alcançar objetivos, não é? Me sinto fazendo uma marcação do tipo "V", em um dos bullets de uma longa lista de objetivos e sonhos.
E agora? Qual é o próximo desafio?
Bom, o fato é que agora terei mais tempo para me dedicar ao mundo virtual. Orkut, Blog, Twitter, Facebook, E-mails, Linkedin... what else? Aliás, descobri recentemente um site excelente, que vai facilitar muito a nossa vida virtual. É o "Me adiciona". Lá você cadastra tudo que você utiliza. Assim fica mais fácil para todos te acharem, em todos os lugares. Aí vai o meu: www.meadiciona.com.br/sheilaavelar

domingo, 31 de maio de 2009

Blog on hold

A estrutura deste blog foi montada, mas os conteúdos ainda não estão sendo publicados.
No momento, meu foco é a conclusão do meu TCC, do meu MBA. No segundo semestre deste ano o Blog começará a funcionar de verdade.

Obrigada pela visita!!!

sábado, 25 de abril de 2009

Change Management


Change Management é o termo em inglês que refere-se ao Gerenciamento de Mudanças.


Neste processo, se faz necessário descrever o planejamento da atividade, os recursos envolvidos, os custos, os riscos, os beneficios, o procedimento operacional a ser executado, medidas de contorno para falhas, e principalmente, obter a aprovação de um comitê selecionado para a aprovação da mudança.


Porém, estas etapas de planejamento não são novidade.


A grande mudança percebida no gerenciamento de qualquer mudança é preocupação com impacto nas pessoas e no gerenciamento das suas expectivas, envolvimento, resistêcia, engajamento, etc. Change Management é uma abordagem estruturada para a transição de indivíduos, equipes e organizações de uma situação atual para outra desejada no futuro.


Ou seja, a definição atual de Change Management inclui tanto o gerenciamento das mudanças nos processos organizacionais quanto os modelos de gerenciamento de mudanças individuais, que juntos são utilizados para gerenciar a mudança com foco nas pessoas.


Vários modelos estão disponíveis para o entendimento da transição de indivíduos através das fases do Change Management e para fortalecer as iniciativas de desenvolvimento organizacional em todos os setores.


Em breve, citarei algumas características mais detalhadas.