Falando em FGV... Vamos dicutir um pouco sobre Mobilidade. Atualmente as pessoas e as corporações já despertaram para o fato de que a mobilidade é uma tendência que veio pra ficar. A maioria das pessoas amam o celulae, justamente porque ele permite que você tenha a liberdade de usá-lo em qualquer lugar e em qualquer momento. Muitos ainda têm o fixo, mas puramente por uma questão de custo, ou de status. Infelizmente muitas empresas ainda exigem que você tenha um telefone fixo como referência para a liberação de um crédito financeiro, por exemplo. Mas isso logo será ajustado. Afinal, quem se dá ao luxo de fazer todas as suas ligações do seu celular, independentemente do custo, não pode ser considerado uma pessoa com baixo poder aquisitivo, e por tanto não merecedor de crédito.
Outra novidade que já conquistou a simpatia do público é a internet móvel. Ela é sensacional mesmo. Eu já tive, durante um ano. E é um espetáculo. Ligar o lap top dentro do ônibus, ou do carro, ou na casa de um amigo, plugar o modem portátil e pronto! Conectada! Fantástico. Nunca mais ter que pagar uma fortuna pela conexão do hotel! O problema é que existem por aí os "combos" por preços bem legais. E aí, aceitei voltar à "velha" banda larga fixa, para ter o pacote TV a cabo/Internet/ Telefone, sendo que o telefone é completamente dispensável. Mas logo não resistirei, e voltarei ao amado modem móvel. Aliás, o próprio cabo da TV a cabo já é visto como um "sujeitinho" chato na nossa casa. Eu quero mudar a TV de lugar e não posso! Por que não posso ter os 500 canais com excelente imagem, sem que minha TV esteja grudada naquele cabo? Aguardem... essa TV como a conhecemos também está com os dias contados. Mas nada disso é novidade.
A grande questão agora é: Tudo tem que ser móvel na nossa vida! Tudo! Absolutamente tudo. E as organizações tem que adaptar seus produtos e serviços para isso. E é aí que entra a FGV.
Eu já morei em 3 cidades diferentes, e sinto que não vou parar por aqui. A vida corporativa exige que sejamos móveis.
Você já se mudou de cidade? Já viu o pesadelo que é? Viva a mobilidade e a portabilidade... em TUDO!
Os bancos tem que entender que é terrível ter que transferir a conta de uma agência para outra! Somos obrigados a comparecer na agência (de origem!!!) para transferir a conta. E aí mudam seus cartões, seus cheques, e o pior, as suas senhas. Tudo porque tem escrito lá o número da agência. O engraçado é que nos últimos 2 anos, eu só fui à agência 1 vez. E foi para fazer essa bendita transferência. Faz sentido? Tudo que eu queria era ter um gerente de uma agência local para me atender, e ter cheques "da praça". Mas precisava de todo esse trabalho?
E seus serviços de TV a cabo, internet e telefone? As empresas que me prestavam serviço eram nacionais. Ou seja, funcionam tanto na cidade em que eu morava quanto na de destino. Porém, fui obrigada a encerrar o contrato e fazer um outro. E lá se vão hoooooras no call center. E o aborrecimento é tanto, que correm o risco de ficarmos bravos e optarmos por outra operadora. E "ai de VOCÊ" se ELES não prestarem um serviço de qualidade. Afinal, você é OBRIGADO a ser cliente por no mínimo um ano. Caso contrário, tem que pagar a multa. Ainda bem que a Oi topou revolucionar neste aspecto. Tomara que as outras sigam seus passos.
A FGV neste ponto foi fantástica. Aliás, esse foi um dos pontos que pesou muito na minha escolha pela instituição. Além da excelente qualidade de ensino, a FGV está presente em todos os cantos do país. Fiquei tranquila, pois sabia que depois de iniciado o curso, eu poderia me mudar de cidade a qualquer momento. E aí eu não precisaria cancelar meu projeto de pós-graduação. Bastaria transferir o curso para outra cidade. E foi o que aconteceu. Simples assim. Tá certo que demorou um pouco, pois a turma de Marketing de São José dos Campos havia iniciado o curso em outro momento, e portanto, tive que esperar o timming correto para retomar. Mas foi simples, muito simples.
Viva a mobilidade... de prestadoras de serviço de TV, de celular, bancos, faculdades, seguros... tudo! Viva a liberdade!
Atenção mundo corporativo: It's time for a CHANGE. A mudança é inevitável.